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#pandemiacritica em alto e bom tom

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A n-1 edições está disponibilizando em seu site  a coletânea de textos #pandemiacritica . A ideia é fazer circularem pensamentos surgidos no calor dos acontecimentos da pandemia de Covid-19. "Trata-se de explorar, ainda que intuitivamente, como esse evento mundial nos chega, perturba, atordoa, chacoalha, e talvez também abra brechas. Alguns dizem que depois disso nada será como antes. Numa era que parecia ter esgotado sua imaginação política, quiçá só uma pancada virótica seja capaz de nos despertar." Gisele Asanuma leu em voz alta cada um desses textos, que você pode ouvir clicando nos links a seguir: 103.  Espectros da catástrofe , de Peter Pál Pelbart.   102.  Estamos entrando na era da extinção , de Franco "Bifo" Berardi.   101.  Nossa humanidade , de João Perci Schiavon.   100.  Neoviralismo , de Jean-Luc Nancy.   99.  Um discurso de formatura com a mão esquerda , de Ursula K. Le Guin.   98. ...

Defesa pública da tese de doutorado "Criação à deriva" - adiada!

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É com alegria que a Isabela Umbuzeiro Valent convida todxs para a defesa pública de sua tese de doutorado Criação à deriva: políticas do cuidado em coletivos in comuns , desenvolvida sob orientação da professora Dra. Eliane Dias de Castro. A pesquisa foi desenvolvida no Programa Interunidades de Pós-graduação em Estética e História da Arte da Universidade de São Paulo (PGEHA/USP) e teve apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). Quando? Sexta-feira, 20/03/20, às 14h Devido às estratégias de proteção da pandemia covid19 a defesa foi suspensa. Em breve, nova data será divulgada. Onde? Auditório do Espaço das Artes da Cidade Universitária Rua da Praça do Relógio, 160, USP Butantã. Acompanhe os detalhes no evento do Facebook . Resumo da tese: esta pesquisa discute os desafios para instauração dos direitos sociais no Brasil após a Constituição de 1988, refletindo sobre as formas como se deram as políticas culturais e de saúde no período, ...

Coletivos exploram fronteira entre saúde mental, cidadania e identidade

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Por Hugo Vaz. Publicado originalmente em AUN – Agência Universitária de Notícias . Há mais de 25 anos, diferentes coletivos artísticos e culturais na cidade de São Paulo têm experimentado a criação de comunidades totalmente inclusivas, acolhendo pessoas com diferentes diagnósticos de saúde mental, vulnerabilidade social e deficiências. O princípio é o mais fundamental possível: todos são aceitos; todos são bem-vindos. Mas se por um lado essa identidade plural desafia a lógica mercadológica e governamental de categorização desses grupos, criando um ambiente de alento, provocação e estímulo, ela também dificulta o acesso dessas populações às políticas culturais e de cidadania. “É o que vários autores têm chamado de 'comum', um espaço [público] que está para além do que o Estado e o governo conseguem abarcar e também não está no âmbito do privado”. Quem explica é a pesquisadora Isabela Valent, do Laboratório Arte Corpo e Terapia Ocupacional (Pacto), da Faculdade de Medicina da...

Bate-papo com o escritor Eduardo A. A. Almeida

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Eduardo A. A. Almeida recebe os amigos Alex Xavier (escritor e jornalista) e Felipe Góes (artista e arquiteto) para um bate-papo sobre literatura e sobre seu livro mais recente, o romance Diante dos meus olhos (editora Reformatório, 2019). A entrada é gratuita, basta chegar à livraria Zaccara e participar. Convide os amigos!

Fazer-me água para seus olhos

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Janmari não falava nem interagia com qualquer outra criança ou presença próxima. Era fascinado pela água, capaz de passar horas a ver o córrego que cortava os morros de Cévennes, na França, onde os aracnianos da rede de acolhimento se refugiavam. Entre eles se encontrava Fernand Deligny – poeta, educador e etólogo que o adotara. O córrego, o balde içado do poço, a caneca de chá. Dizia-se inclusive que Janmari era capaz de encontrar acessos ao lençol freático onde os “normais” viam apenas terra comum. Como ter certeza? Mais incrível – talvez de fato inacreditável se tomarmos como base a forma hegemônica como nos relacionamos hoje no Ocidente – é que de Janmari nada se cobrava. Tampouco se pretendia retirá-lo do seu viver autista e fazê-lo observar o mundo com olhos “sãos”. A ele era permitido ser, simplesmente, assim como às demais crianças autistas da morada. Imagino o sentimento do pai adotivo, jamais visto pelo menino, sua presença imperceptível. Deligny não podia nem deveria molda...

O II Encontro Internacional Fernand Deligny será semana que vem, no RJ!

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Um grande encontro em torno de Fernand Deligny e do que sua jangada nos faz pensar e produzir hoje está sendo organizado no Rio de Janeiro. Ele contará com a participação da nossa geppsiana Mariana Louver Mendes , entre vários outros pesquisadores, artistas, agentes da saúde, pensadores etc. As conversas abrangerão práticas clínicas e artísticas, cuidado, comum, diferença, experimentações coletivas e estratégias atuais que buscam manter vivo o curso inventivo da vida, o que implica multiplicidade e diversidade, respeito e desejo pelas várias formas de existir, pelos diversos modos de existência. Nas palavras de Mariana: " Que a gente se fortaleça enquanto rede e possa juntar os troncos, ajustar os liames, pra lançar jangada a atravessar esse marzão, que pede urgência ". Sua colaboração principal se dará na Casa Jangada, dia 25 de outubro (sexta-feira), com Williana Louzada e Eduardo Passos, conversando sobre "uma outra clínica possível” . Na sequência haverá um ...

GEPPS e CPF Sesc promovem ciclo de encontros sob o mote da errância como possibilitadora de experimentações no contemporâneo

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Os encontros do ciclo Linhas erráticas pretendem discutir formas contemporâneas de vida e de produção de subjetividade que se manifestam por meio de perambulações, desvios, aventuras, erros e recusas à domesticação. O conceito, que se inspira no trabalho de Fernand Deligny com crianças e jovens “inadaptados”, se expande de maneiras variadas em mesas que derivam pela clínica, arte, coletivo, política, ética, filosofia, saúde, educação, entre as demais singularidades oferecidas pelos debatedores, trazendo à tona invenções e outros modos de existir, habitar, criar, cuidar e conviver. 29 de outubro, das 14h às 18h15, e 30 de outubro, das 14 às 20h Clique aqui para ver a programação completa e fazer sua inscrição Mesas de debate: 29/10 14h às 16h Experiências erráticas em Fernand Deligny e ressonâncias atuais Com Mariana Louver Mendes e Marlon Miguel 16h15 às 18h15 Errâncias entre arte, estética e política Com Eduardo A. A. Almeida e Dália Rosenthal 30/10 1...